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À medida que os mercados de energia fotovoltaica amadurecem, o valor dos módulos é cada vez mais avaliado pelo rendimento energético a longo prazo e pelo Custo Nivelado de Energia (LCOE), e não apenas pela potência nominal. Testes e análises realizados pela CENER, ENEA, Enertis Applus+, IPVF e TÜV Rheinland avaliaram a tecnologia de contacto traseiro (BC) da LONGi em condições exteriores, em instalações de cobertura e em projetos de grande escala em diferentes países europeus.
As avaliações analisaram o desempenho dos módulos perante condições de sombreamento e temperatura, o rendimento energético e a economia dos projetos, identificando de forma consistente vantagens face às tecnologias TOPCon incluídas nas respetivas comparações. Em conjunto, estes resultados demonstram, em diferentes aplicações e mercados, como o desempenho dos módulos BC pode traduzir-se em maior geração de energia e em diferenças no LCOE, tendo sempre em consideração as condições específicas de cada teste.
Testes da CENER revelam mais de 30% de potência instantânea dos módulos BC sob sombreamento de uma única célula
Os testes realizados em condições exteriores pelo Centro Nacional de Energias Renováveis de Espanha (CENER) reproduziram uma situação em que uma única célula ficava totalmente sombreada por uma folha. Em condições de elevada irradiância, os módulos LONGi BC apresentaram mais de 30% de potência instantânea do que os módulos TOPCon avaliados.
As imagens térmicas mostraram também um aumento mais lento da temperatura e uma menor perda de potência nas zonas sombreadas dos módulos LONGi BC.
“Estes resultados apoiam o valor a longo prazo dos módulos BC em cenários de sombreamento”, afirmou Jaime Moracho, responsável pela área de Medição e Ensaios da CENER.
A CENER dispõe de laboratórios de ensaio fotovoltaico acreditados pela ENAC e conta com mais de duas décadas de experiência na caracterização de módulos fotovoltaicos, contribuindo para a base técnica destes resultados obtidos em condições exteriores.
Testes da ENEA revelam mais 4,17% de rendimento energético no primeiro ano para a tecnologia de contacto traseiro
Os testes realizados em instalações de cobertura, sob condições de sombreamento dinâmico, pela Agência Nacional Italiana para as Novas Tecnologias, Energia e Desenvolvimento Económico Sustentável (ENEA), compararam módulos BC e TOPCon.
Os módulos LONGi BC apresentaram uma produção diária específica igual ou superior em todas as datas analisadas durante o mês de dezembro. De acordo com as estimativas, poderiam alcançar mais 4,17% de rendimento energético no primeiro ano dentro da mesma área de instalação.
Ao longo de uma vida útil de 30 anos, estima-se que o rendimento energético na mesma área atinja 465.281 MWh para os módulos LONGi BC, em comparação com 442.439 MWh para os módulos TOPCon avaliados.
As atividades de ensaio fotovoltaico da ENEA são acreditadas pela ACCREDIA e incluem a qualificação de módulos fotovoltaicos de acordo com as normas CEI EN 61215 e CEI EN 61646.
Enertis Applus+: até 3,4% mais de rendimento energético no primeiro ano para o LONGi Hi-MO 9
A análise e simulação de um projeto fotovoltaico de grande escala realizada pela Enertis Applus+ em Espanha avaliou um projeto de 47 MW com seguidores de um eixo em Sevilha.
O estudo mostrou que os módulos de contacto traseiro LONGi Hi-MO 9 alcançaram mais horas equivalentes de geração de energia durante o primeiro ano do que os módulos TOPCon incluídos na avaliação.
De acordo com as estimativas, o Hi-MO 9 atingiria 2.209 horas equivalentes de plena carga no primeiro ano, correspondendo a um rendimento energético por watt entre 2,4% e 3,4% superior ao das alternativas TOPCon avaliadas.
A Enertis Applus+ dispõe de um laboratório interno de ensaios fotovoltaicos acreditado internacionalmente pela ENAC de acordo com a norma ISO/IEC 17025 e desenvolveu um laboratório móvel patenteado para a realização de ensaios de módulos no local.
Estudo do IPVF identifica um LCOE inferior para o Hi-MO 9 em quatro localizações europeias
Um estudo de Custo Nivelado de Energia (LCOE) realizado pelo Instituto Fotovoltaico de Île-de-France (IPVF) comparou o LONGi Hi-MO 9 com módulos TOPCon em projetos fotovoltaicos instalados no solo em quatro localizações em França e na Dinamarca.
O Hi-MO 9 apresentou o LCOE mais baixo nas quatro localizações analisadas, com reduções estimadas entre 3,2% e 3,6% face ao TOPCon 210R e entre 2,3% e 2,5% face ao TOPCon 199.
A análise considerou um prémio de preço do módulo de 0,01 USD/W para o Hi-MO 9.
O IPVF é um instituto francês de investigação fotovoltaica que dispõe de instalações de ensaio e de uma plataforma de I&D dedicada a apoiar a transferência de tecnologias fotovoltaicas para a fase de validação industrial.
TÜV Rheinland: até 4,1% mais de geração no primeiro ano e até 3,2% menos de LCOE para o LONGi Hi-MO 9
As avaliações ao nível do sistema realizadas pela TÜV Rheinland em Southampton, no Reino Unido, e em Skalstrup, na Dinamarca, estimaram que o módulo de contacto traseiro LONGi Hi-MO 9 poderia alcançar até 4,1% mais de geração de energia no primeiro ano e entre 1,9% e 3,2% menos de LCOE do que o TOPCon 210R, dependendo do cenário de projeto analisado.
A avaliação comparou o módulo BC, neste caso o LONGi Hi-MO 9, com o TOPCon 210R.
Relativamente à geração de energia no primeiro ano, estimou-se que o TOPCon 210R alcançaria 19.781 MWh, enquanto o Hi-MO 9 atingiria 20.046 MWh num cenário de igual capacidade em corrente contínua (CC) e 20.597 MWh num cenário de igual área de terreno.
Quanto ao LCOE, estimou-se um valor de 5,3 cêntimos/kWh para o TOPCon 210R no primeiro cenário de avaliação e de 3,43 cêntimos/kWh no segundo. Para o Hi-MO 9, as estimativas situaram-se entre 5,13 e 5,2 cêntimos/kWh e entre 3,32 e 3,33 cêntimos/kWh, respetivamente. Estes valores correspondem a reduções estimadas do LCOE entre 1,9% e 3,2%.
A TÜV Rheinland atua há mais de 35 anos como terceira parte independente em ensaios e certificação fotovoltaica, dispondo de laboratórios acreditados de acordo com a norma ISO/IEC 17025.
Veja o vídeo com os resultados dos testes à tecnologia BC da LONGi
Veja o vídeo correspondente aqui:







