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Como as soluções de alta eficiência ajudam a combinar produtividade, resiliência e sustentabilidade agrícola
A transição energética já não se trata apenas de instalar mais capacidade renovável. O verdadeiro desafio é desenvolver projetos que produzam mais energia renovável sem comprometer o uso eficiente do território, especialmente em setores estratégicos como a agricultura.
Neste contexto, a agrovoltaica consolida-se como uma das soluções com maior potencial para o mercado ibérico. Ao integrar a produção agrícola e a geração de energia numa mesma superfície, permite-nos avançar para um modelo onde a sustentabilidade, a produtividade e a inovação evoluem juntas.
Porquê a agrovoltaica é uma solução ESG?
A agrovoltaica enquadra-se plenamente numa estratégia ESG (Ambiental, Social e Governança), pois responde simultaneamente a desafios ambientais e sociais.
Do ponto de vista ambiental, otimiza o uso do solo ao permitir que a mesma parcela mantenha a sua atividade agrícola enquanto gera eletricidade renovável. Este duplo uso reduz a pressão sobre o território e favorece uma transição energética mais eficiente.
O seu impacto também abrange o componente social, pois oferece novas oportunidades para o meio rural, ajudando agricultores e promotores a desenvolver modelos energéticos compatíveis com a atividade agrícola e as necessidades das comunidades locais.
Noutras palavras, a agrovoltaica não só contribui para a descarbonização do sistema energético: promove uma transição mais equilibrada entre energia, território e desenvolvimento rural.
Mais rendimento onde mais importa
A tecnologia HPBC 2.0 do módulo Hi-MO X10 melhora a geração de energia precisamente nas condições em que muitas instalações agrícolas operam durante grande parte do ano.
Entre as suas principais vantagens encontram-se:
- Melhor rendimento a altas temperaturas, com um coeficiente térmico de -0,26%/°C, o que ajuda a manter maior produção durante os meses mais quentes.
- Maior rendimento a longo prazo, com uma degradação de 1% no primeiro ano e apenas 0,35% anualmente a partir daí.
- Uma arquitetura concebida para maximizar a captação de energia durante toda a vida útil do sistema.
Concebido para cenários reais de campo
A resiliência também faz parte de uma instalação sustentável. Um sistema que mantém o seu rendimento durante mais tempo reduz substituições, minimiza interrupções e melhora o aproveitamento dos recursos investidos.
Por este motivo, a LONGi incorpora soluções adaptadas a diferentes cenários comuns em instalações agrovoltaicas:
- Tecnologia Anti-Poeira: concebida para minimizar o acúmulo de sujidade na superfície do módulo, ajudando a manter o rendimento em ambientes agrícolas com alta presença de poeira.
- Ice Shield (Anti-Granizo) ou Anti-Granizo: vidro temperado de alta resistência capaz de suportar impactos de granizo de até 55 mm, face aos testes convencionais de 25 mm, reduzindo significativamente o risco de rutura do módulo.

Estas características permitem aumentar a fiabilidade do sistema e proteger a produção de energia mesmo em condições ambientais complexas.
Inovação para acelerar a adoção da agrovoltaica
A tecnologia, por si só, não é suficiente para acelerar o desenvolvimento da agrovoltaica. É também necessário partilhar conhecimentos entre fabricantes, empresas de engenharia, EPCs, promotores e associações do setor para transpor as melhores práticas para projetos reais.
Na LONGi Iberia continuamos a fomentar este diálogo com o setor, fornecendo soluções de alta eficiência e de armazenamento de energia (BESS) que ajudam a desenvolver instalações mais resilientes e preparadas para os desafios do futuro.
Acreditamos que uma transição energética verdadeiramente responsável não se trata apenas de gerar mais energia limpa, mas de o fazer de uma forma que seja compatível com o território, a agricultura e as comunidades que fazem parte dele.
Como a agrovoltaica contribui para os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável
Mais do que uma lista de objetivos, a agrovoltaica realiza uma contribuição tangível para vários ODS através de aplicações concretas:
- ODS 7 – Energia acessível e limpa: aumenta a geração de eletricidade renovável sem necessariamente deslocar a atividade agrícola.
- ODS 9 – Indústria, inovação e infraestrutura: impulsiona a adoção de tecnologias avançadas como HPBC 2.0 e soluções de armazenamento para projetos mais eficientes e resilientes.
- ODS 13 – Ação climática: promove a descarbonização do sistema energético através de uma maior integração das energias renováveis.
- ODS 15 – Vida sobre o ecossistema terrestre: fomenta um uso mais eficiente do solo ao tornar compatíveis a produção agrícola e a geração de energia numa mesma superfície.





